*Major Fernando Galindo ele não comanda de longe. Ele comanda de perto.*
Há homens que vestem a farda. E há homens que honram a farda.
O Major Fernando Galindo pertence à segunda categoria.
Em tempos em que a violência insiste em desafiar a tranquilidade das pequenas e médias cidades do Sertão, a chegada de um novo comandante ao 12º Batalhão de Polícia Militar, sediado em Catolé do Rocha, carrega mais do que uma simples mudança administrativa. Carrega expectativa. Carrega esperança. Carrega presença.
À frente do 12º Batalhão de Polícia Militar, sediado em Catolé do Rocha, Major Fernando Galindo não assumiu apenas um cargo. Assumiu uma missão — dessas que não cabem em portarias publicadas no Diário Oficial, mas que se escrevem diariamente nas ruas, nos bairros, nas madrugadas silenciosas e nas ocorrências inesperadas.
Quem observa de longe pode imaginar que comandar é ficar atrás de uma mesa, cercado de relatórios e assinaturas. Mas o Major Galindo parece ter escolhido outro caminho: o da presença. Ele não é comandante de gabinete. É comandante de ação. Está onde a viatura para, onde a abordagem acontece, onde o cidadão precisa sentir que o Estado está ali — não como força distante, mas como proteção concreta.
Antes de chegar a Catolé, deixou sua marca em Pombal, comandando a 3ª Companhia com firmeza e estratégia. Por onde passou, cultivou respeito — não pelo tom de voz, mas pela postura. Não pela imposição, mas pelo exemplo.
Em pouco tempo no comando do 12º BPM, já imprimiu seu ritmo: policiamento ostensivo reforçado, patrulhamento estratégico, abordagens mais intensas e foco declarado na prevenção. Porque ele sabe que segurança pública não se resume a reagir ao crime; é, sobretudo, impedir que ele aconteça.
Há algo simbólico em ver um comandante que caminha ao lado da tropa. A liderança, quando compartilhada no asfalto quente do Sertão, ganha outro significado. O soldado sente confiança. A comunidade percebe comprometimento. E a instituição se fortalece.
Num tempo em que a sociedade clama por segurança e por referências firmes, a figura do Major Fernando Galindo surge como a de um líder que prefere o barulho da rua ao silêncio do ar-condicionado.
E talvez seja exatamente isso que faça a diferença: ele não comanda de longe. Ele comanda de perto. Fonte João Alencar